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Perfil do projeto Diálogo Intercultural na plataforma Instagram, onde é divulgada a Série Toantes, produção audiovisual realizada no contexto escolar da comunidade Tuxá Kiniopará, vinculada ao Colégio Estadual Marechal Rondon. A série apresenta os toantes — cantos sagrados — como expressões vivas da espiritualidade, da memória e da identidade do povo Tuxá.

Por meio de narrativas protagonizadas por jovens estudantes, o projeto evidencia o toante como ferramenta pedagógica e cultural, articulando temas como pertencimento, relação com o rio (Opará), respeito aos mais velhos e continuidade dos saberes. A iniciativa demonstra o papel da escola indígena na valorização e revitalização das tradições, fortalecendo o protagonismo juvenil na transmissão intergeracional da cultura.

Este material foi utilizado como referência para o box “Série Toantes – o canto que fortalece o povo” no livro Saberes Indígenas na Escola – Oeste da Bahia (UFBA, 2026), contribuindo para a reflexão sobre o canto como prática educativa, espiritual e comunitária, que sustenta e renova a identidade indígena.

PDF do perfil/registro da página salvo em 16 maio 2026, com a finalidade de preservação digital e garantia de acesso contínuo por meio do repositório Intercultural da UFBA.

Referência

DIÁLOGO INTERCULTURAL. Série Toantes. Ibotirama, [2024]. Disponível em: <https://www.instagram.com/dialogo_intercultural/>. Acesso em: 10 jan. 2026.

 

Matéria publicada no portal da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) que apresenta o Toré como um dos principais rituais coletivos de diversos povos indígenas do Nordeste brasileiro. O texto explica o significado do Toré como uma prática que integra canto, dança, espiritualidade e organização comunitária, indo além de uma expressão cultural para se constituir como um elemento central da vida social e religiosa desses povos.

A reportagem destaca a presença dos Encantados — entidades espirituais — e dos Praiás, vestimentas que simbolizam sua manifestação no ritual, evidenciando o Toré como ponte entre o mundo material e o espiritual. Também ressalta a diversidade das formas assumidas pelo ritual entre diferentes etnias, como Pankararu, Kariri-Xocó e Xukuru-Kariri, reforçando sua dimensão coletiva e, ao mesmo tempo, singular em cada povo.

Este material foi utilizado como referência para o box “O canto circular que conecta o povo ao espírito” no livro Saberes Indígenas na Escola – Oeste da Bahia (UFBA, 2026), contribuindo para a compreensão do Toré como prática viva que articula identidade, ancestralidade, espiritualidade e território.

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Referência

FUNDAÇÃO NACIONAL DOS POVOS INDÍGENAS (Brasil). Conheça o Toré, ritual de diferentes etnias do Nordeste do país. Gov.br, Brasília, 18 jul. 2022. Disponível em: <https://www.gov.br/funai/pt-br/assuntos/noticias/2022-02/conheca-o-tore-.... Acesso em: 10 jan. 2026.

 

Página da exposição virtual Palavras Dentro de Palavras, realizada pela Galeria Paralela, com curadoria e expografia de Marina Ribas. A mostra reúne artistas contemporâneos em torno de reflexões poéticas e visuais sobre linguagem, identidade e expressão, articulando diferentes suportes e linguagens artísticas.

A participação de artistas indígenas, como Yacunã Tuxá, insere suas produções no circuito da arte contemporânea, evidenciando a presença ativa de perspectivas indígenas em espaços expositivos e no debate artístico atual. A exposição contribui para destacar a arte indígena como campo dinâmico de criação, no qual memória, espiritualidade, territorialidade e resistência se expressam por meio de linguagens contemporâneas, promovendo diálogos interculturais e a desconstrução de estereótipos.

Este material foi utilizado como referência para o box “Yacunã Tuxá: novos caminhos na arte contemporânea” no livro Saberes Indígenas na Escola – Oeste da Bahia (UFBA, 2026), contribuindo para a reflexão sobre a arte indígena contemporânea como espaço de reinvenção, afirmação identitária e continuidade dos saberes em novos contextos de produção cultural.

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Referência

GALERIA PARALELA. Palavras Dentro de Palavras [exposição virtual]. Curadoria e expografia: Marina Ribas. [S.l.], [2022?]. Disponível em: <https://www.galeriaparalela.com/palavras-exposicao>. Acesso em: 10 jan. 2026.

 

Artigo publicado no site da Sea Shepherd Brasil que integra o projeto O rio que nos une, abordando a mobilização de comunidades indígenas e ribeirinhas na região de Coari (AM) para a proteção dos rios e do Lago Coari. O material destaca a atuação conjunta dessas comunidades, incluindo o povo Arara, na defesa do território contra práticas predatórias como a pesca ilegal e a degradação ambiental.

O texto evidencia a formação de redes de organização comunitária, como a chamada “Rede das Águas”, que articula saberes tradicionais, monitoramento coletivo e ações de proteção ambiental. A iniciativa demonstra como a defesa dos recursos naturais está diretamente ligada à sobrevivência cultural, alimentar e territorial dessas populações, reforçando a relação inseparável entre sustento e proteção da natureza. [amazonas1.com.br]

Este material foi utilizado como referência para o box “Mãos que sustentam e protegem” no livro Saberes Indígenas na Escola – Oeste da Bahia (UFBA, 2026), contribuindo para a reflexão sobre o papel da organização coletiva e do conhecimento tradicional na defesa dos territórios e na garantia dos modos de vida indígenas e ribeirinhos.

PDF da página original salvo em 16 maio 2026, com a finalidade de preservação digital e garantia de acesso contínuo por meio do repositório Intercultural da UFBA.

Referência

ARARA, Francisco Bernardo. O Grito da Amazônia: a luta contra o mito do progresso. Sea Shepherd Brasil, [S.l.], [2025?]. Disponível em: <https://seashepherd.org.br/o-rio-que-nos-une/>. Acesso em: 9 jan. 2026.

 

Artesanato Pankararu: memória, patrimônio e sustentabilidade (IPHAN)

Página do Portal do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) que apresenta o projeto Artesanato Pankararu: memória e patrimônio, educação e sustentabilidade, voltado à valorização dos saberes tradicionais de mestres artesãos do povo Pankararu. O material destaca a produção de objetos como maracás, cestos e peças rituais, evidenciando o artesanato como expressão de memória coletiva, identidade cultural e transmissão de conhecimentos entre gerações.

A iniciativa também aborda estratégias de fortalecimento desses saberes diante dos desafios contemporâneos, especialmente por meio do etnodesign, que busca adaptar os produtos ao mercado sem descaracterizar seus significados culturais. O projeto evidencia a relação entre tradição, inovação e geração de renda, promovendo formas de sustentabilidade econômica alinhadas à preservação do patrimônio imaterial e à autonomia das comunidades.

Este material foi utilizado como referência para o box “Técnicas tradicionais e sustento coletivo” no livro Saberes Indígenas na Escola – Oeste da Bahia (UFBA, 2026), contribuindo para a reflexão sobre o papel dos saberes artesanais como memória viva e como base para estratégias de sustento coletivo, integrando tradição e inovação.

PDF da página original salvo em 16 maio 2026, com a finalidade de preservação digital e garantia de acesso contínuo por meio do repositório Intercultural da UFBA.

Referência

IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional). Artesanato Pankararu: memória e patrimônio, educação e sustentabilidade. Portal IPHAN, [S.l.], [202-?]. Disponível em: <http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1181>. Acesso em: 9 jan. 2026.

Reportagem publicada no Jornal da USP (2017) que aborda os cantos xamânicos do povo Huni Kuin e sua relação com o uso da ayahuasca (nixi pae). O texto apresenta esses cantos como formas de expressão de conhecimento ancestral, vinculadas a práticas rituais, processos de cura e à transmissão de mitos e ensinamentos sobre o mundo.

A matéria destaca a atuação do pesquisador, artista e xamã Ibã Sales Huni Kuin, evidenciando como os huni meka (cantos do cipó) constituem uma linguagem viva que articula espiritualidade, memória e conhecimento. Também aborda a tradução desses saberes em expressões artísticas contemporâneas, como o trabalho do Movimento dos Artistas Huni Kuin (MAHKU), reforçando a dinamicidade e a continuidade das tradições indígenas.

Este material foi utilizado como referência para o box “A farmácia que ensina a cantar” no livro Saberes Indígenas na Escola – Oeste da Bahia (UFBA, 2026), contribuindo para ampliar o conceito de “farmácia da terra” ao evidenciar os vínculos entre plantas, cantos, rituais e sistemas de conhecimento que integram as práticas de cura e transmissão cultural.

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Referência

MATTOS, Amilton Pelegrino de; HUNI KUIN, Ibã. Cantos xamânicos e ayahuasca entoam mitos e tradições indígenas. Jornal da USP, São Paulo, 5 out. 2017. Disponível em: <https://jornal.usp.br/ciencias/ciencias-humanas/cantos-xamanicos-e-ayahu.... Acesso em: 6 jan. 2026.

 

Reportagem publicada no portal Jojô Notícias sobre o lançamento do livro Saberes dos Matos Pataxó, da pajé Japira Pataxó, liderança da aldeia Novos Guerreiros, no sul da Bahia. A matéria apresenta o evento de lançamento da obra e destaca sua importância como registro dos conhecimentos tradicionais do povo Pataxó, especialmente aqueles relacionados ao uso de plantas medicinais, ao manejo do território e às práticas de cura.

O texto evidencia que o livro reúne saberes acumulados por gerações e compartilhados pela autora, articulando conhecimentos sobre diferentes biomas e reforçando o papel dos pajés como guardiões e transmissores desses sistemas de conhecimento. A obra também é apresentada como instrumento educativo e de fortalecimento cultural, contribuindo para a circulação desses saberes nas escolas indígenas e entre as novas gerações.

Este material foi utilizado como referência para o box “Farmacopeia” no livro Saberes Indígenas na Escola – Oeste da Bahia (UFBA, 2026), contribuindo para exemplificar a documentação e valorização dos sistemas de conhecimento sobre plantas medicinais como parte das farmacopeias indígenas.

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Referência

PAJÉ da aldeia Pataxó Novos Guerreiros de Porto Seguro lança livro que conta os saberes de seu povo. Jojô Notícias, [S.l.], [2023?]. Disponível em: <https://jojonoticias.com.br/cultura/paje-da-aldeia-pataxo-novos-guerreir.... Acesso em: 7 jan. 2026.

Página do portal PISEAGRAMA que apresenta o livro Saberes dos Matos Pataxó, de autoria da pajé e pesquisadora Japira Pataxó. A obra reúne conhecimentos tradicionais sobre plantas medicinais e práticas de cuidado em saúde, articulando saberes etnobotânicos com os territórios, biomas e relações entre seres humanos e não humanos que compõem a cosmologia Pataxó.

O livro constitui um exemplo significativo de sistematização da farmacopeia indígena, ao documentar não apenas espécies vegetais, mas também os modos de uso, os contextos culturais e as práticas de transmissão desses conhecimentos. A autoria indígena e o reconhecimento institucional da autora reforçam a legitimidade desses saberes como formas complexas de conhecimento e ciência.

Este material foi utilizado como referência para o box “Farmacopeia” no livro Saberes Indígenas na Escola – Oeste da Bahia (UFBA, 2026), contribuindo para a compreensão da farmacopeia indígena como um sistema organizado de saberes sobre a natureza, profundamente conectado ao território, à cultura e à transmissão intergeracional.

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Referência

PISEAGRAMA. Saberes dos Matos Pataxó. PISEAGRAMA, [S.l.], [2023?]. Disponível em: <https://piseagrama.org/produto/saberes-dos-matos-pataxo/>. Acesso em: 7 jan. 2026.

 

Notícia publicada no portal da Câmara dos Deputados (2025) que aborda o anúncio de medidas governamentais voltadas à valorização dos saberes tradicionais indígenas, em especial os conhecimentos dos pajés relacionados às práticas de cura e uso de plantas medicinais. A reportagem destaca iniciativas como a criação do Programa Nacional de Medicinas Indígenas e o reconhecimento institucional desses saberes no âmbito das políticas públicas de saúde.

O texto também evidencia avanços no reconhecimento do conhecimento tradicional como forma legítima de produção de saber, incluindo a concessão do título de “Notório Saber” a pajés, valorizando sua contribuição histórica e cultural e promovendo o diálogo entre conhecimentos indígenas e instituições formais, como universidades e órgãos do Estado.

Este material foi utilizado como referência para o box “O Estado reconhece a farmácia da terra” no livro Saberes Indígenas na Escola – Oeste da Bahia (UFBA, 2026), contribuindo para a reflexão sobre a valorização dos saberes ancestrais no campo das políticas públicas e sua importância para a continuidade cultural e o fortalecimento das comunidades indígenas.

PDF da página original salvo em 16 maio 2026, com o objetivo de preservação digital e garantia de acesso contínuo por meio do repositório Intercultural da UFBA.

Referência

OLIVEIRA, José Carlos. Governo anuncia medidas para valorizar pajés e saberes indígenas. Câmara dos Deputados, Brasília, 24 set. 2025. Disponível em: <https://www.camara.leg.br/noticias/1204103-governo-anuncia-medidas-para-.... Acesso em: 7 jan. 2026.

 

Documento institucional da UNESCO que apresenta o Plano de Ação Global da Década Internacional das Línguas Indígenas (2022–2032), em versão resumida. O material define diretrizes, objetivos e estratégias para a preservação, revitalização e promoção das línguas indígenas em nível mundial, destacando sua importância para a diversidade cultural, a transmissão de conhecimentos e a garantia de direitos humanos.

O plano enfatiza que as línguas indígenas são fundamentais para a identidade, a memória e as formas de compreender o mundo dos povos, além de ressaltá-las como elementos essenciais para o desenvolvimento sustentável, a diversidade biológica e a construção de sociedades mais justas e inclusivas.

Este documento foi utilizado como referência para o box “A Década Internacional das Línguas Indígenas” no livro Saberes Indígenas na Escola – Oeste da Bahia (UFBA, 2026), contribuindo para a contextualização global da importância da preservação das línguas indígenas e das ações articuladas internacionalmente para sua continuidade e fortalecimento.

PDF original salvo em 16 maio 2026, com a finalidade de preservação digital e garantia de acesso contínuo por meio do repositório Intercultural da UFBA.

Referência

UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura). Plano de Ação Global da Década Internacional das Línguas Indígenas (IDIL 2022–2032): versão resumida. Paris: UNESCO, 2022. Disponível em: <https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000383844_por>. Acesso em: 6 jan. 2026.