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Reportagem publicada pelo Instituto Socioambiental (ISA) (2024) que apresenta o documentário Nosso modo de lutar, dirigido por cineastas mulheres indígenas. A matéria aborda a produção audiovisual como um registro da maior mobilização indígena do país, o Acampamento Terra Livre (ATL), destacando a centralidade das narrativas indígenas na construção de suas próprias representações.

O texto evidencia que a mobilização indígena ocorre por meio de múltiplas práticas integradas, como cantos, pinturas corporais, alimentação tradicional, produção artesanal e organização coletiva, revelando uma rede de saberes e fazeres que sustenta a luta política. A produção também destaca o protagonismo das mulheres indígenas, enfatizando suas perspectivas sobre liderança, território e resistência.

Este material foi utilizado como referência para o box “A força coletiva em movimento” no livro Saberes Indígenas na Escola – Oeste da Bahia (UFBA, 2026), contribuindo para a compreensão da luta indígena como prática coletiva e cultural, na qual diferentes saberes e expressões se articulam como formas de resistência e afirmação de direitos.

PDF da página original salvo em 16 maio 2026, com a finalidade de preservação digital e garantia de acesso contínuo por meio do repositório Intercultural da UFBA.

Referência

KLEIN, Tatiane. ‘Nosso modo de lutar’ apresenta mobilização nacional indígena pelo olhar de cineastas mulheres indígenas. Instituto Socioambiental (ISA), 9 ago. 2024. Disponível em: <https://www.socioambiental.org/noticias-socioambientais/nosso-modo-de-lu.... Acesso em: 10 jan. 2026.

 

Texto disponível no portal Brasil Escola que apresenta os Jogos dos Povos Indígenas por meio de uma abordagem descritiva e analítica de suas principais modalidades, como arco e flecha, cabo de guerra e corrida de tora. O material evidencia que essas práticas não são apenas atividades recreativas, mas sistemas organizados de conhecimento, com regras, técnicas específicas e significados culturais próprios.

A publicação destaca os jogos como expressões de uma “ciência do lúdico”, na qual o corpo, os materiais da natureza e a coletividade se articulam em práticas que envolvem habilidade, estratégia, resistência e cooperação. Ao evidenciar a dimensão pedagógica dessas atividades, o texto mostra como os jogos funcionam como formas de transmissão de saberes ancestrais, conectando práticas tradicionais como caça, deslocamento e organização comunitária às experiências contemporâneas.

Este material foi utilizado como referência para o box “A ciência e a tradição nos jogos indígenas” no livro Saberes Indígenas na Escola – Oeste da Bahia (UFBA, 2026), contribuindo para a compreensão dos jogos indígenas como tecnologias de ensino e memória, nas quais o corpo atua como um arquivo vivo de conhecimentos culturais.

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Referência

RONDINELLI, Paula. Jogos dos povos indígenas. Brasil Escola, [s.d.]. Disponível em: <https://brasilescola.uol.com.br/educacao-fisica/jogos-dos-povos-indigena.... Acesso em: 10 jan. 2026.

 

Texto publicado no portal Almanaque da Cultura Corporal (2024) que apresenta o Xikunahity (ou Jikunahati), jogo tradicional praticado por povos indígenas como os Paresi e Enawenê-Nawê, no Mato Grosso. Conhecido como “futebol de cabeça”, o jogo consiste em uma disputa coletiva em que os jogadores utilizam exclusivamente a cabeça para impulsionar uma bola artesanal, feita de seiva, em um campo de terra batida.

A prática vai além de uma atividade esportiva, estando profundamente ligada à cosmologia e às narrativas de origem desses povos. O Xikunahity expressa valores como autocontrole, estratégia e equilíbrio, sendo também uma forma de ensino corporal e transmissão cultural. Sua presença nos Jogos dos Povos Indígenas como demonstração ressalta seu caráter espiritual e comunitário, preservando seus significados tradicionais.

Este material foi utilizado como referência para o box “O Xikunahity – futebol de cabeça” no livro Saberes Indígenas na Escola – Oeste da Bahia (UFBA, 2026), contribuindo para a reflexão sobre os jogos como práticas que articulam corpo, conhecimento e cosmovisão indígena, além de exemplificar processos de reinvenção cultural a partir do diálogo entre tradições e contextos contemporâneos.

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Referência

CARDOSO, Gabriel Garcia Borges. Xikunahity (Futebol de Cabeça). Almanaque da Cultura Corporal, 16 jan. 2024. Disponível em: <https://www.almanaquedaculturacorporal.com.br/post/xikunahity-futebol-de...ça>. Acesso em: 10 jan. 2026.

 

Notícia publicada no portal do Governo da Bahia (2025) sobre a realização da I Feira Cultural e Jogos Indígenas Tuxá Kiniopará, promovida pelo Colégio Estadual Indígena Marechal Rondon, na Terra Indígena Tuxá, em Ibotirama. O evento teve como tema “Fortalecimento dos saberes e fazeres ancestrais” e reuniu estudantes indígenas e de outras escolas para a valorização das práticas culturais, da ancestralidade e da resistência dos povos indígenas.

A reportagem destaca atividades como o ritual do toré, exposições temáticas sobre grafismo, alimentos, saúde e saberes tradicionais, além da demonstração de jogos indígenas e práticas corporais como arco e flecha, zarabatana e derrubada de maracá. O evento evidencia o papel da escola indígena como espaço de troca de conhecimentos, integração comunitária e transmissão intergeracional dos saberes culturais.

Este material foi utilizado como referência para o box “O corpo que ensina e resiste” no livro Saberes Indígenas na Escola – Oeste da Bahia (UFBA, 2026), contribuindo para a compreensão dos jogos e práticas corporais como formas de ensino, memória e resistência, nas quais o corpo em movimento atua como instrumento de aprendizagem, identidade e continuidade cultural.

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Referência

COLÉGIO indígena de Ibotirama realiza primeira feira cultural. Gov.br – Governo da Bahia, 30 abr. 2025. Disponível em: <https://www.ba.gov.br/comunicacao/noticias/2025-04/368173/colegio-indige.... Acesso em: 10 jan. 2026.

 

Reportagem publicada no portal Terra (2024) que apresenta os Jogos dos Povos Indígenas, destacando suas origens, modalidades e significados culturais. O material aborda práticas como arco e flecha, corrida de tora, cabo de guerra e outras atividades que fazem parte de diferentes tradições indígenas, mostrando que esses jogos vão além de competições esportivas, sendo expressões de conhecimento, identidade e coletividade.

A matéria evidencia que os jogos funcionam como espaços de encontro entre diferentes povos, promovendo a troca de saberes, o fortalecimento de vínculos interétnicos e a celebração das culturas indígenas. Também destaca iniciativas locais, como os Jogos Pataxó, que articulam esporte, educação e reafirmação cultural no contexto escolar e comunitário.

Este material foi utilizado como referência para o box “Os jogos dos povos indígenas” no livro Saberes Indígenas na Escola – Oeste da Bahia (UFBA, 2026), contribuindo para a compreensão dos jogos como práticas que integram corpo, memória, aprendizagem e celebração, fortalecendo a continuidade cultural e os laços comunitários.

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Referência

WANDERMUREM, Isabella. Conheça os Jogos dos Povos Indígenas, suas origens e modalidades. Terra, 3 set. 2024. Disponível em: <https://www.terra.com.br/nos/conheca-os-jogos-dos-povos-indigenas-suas-o.... Acesso em: 10 jan. 2026.

 

Notícia publicada pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) que aborda a mobilização de lideranças indígenas durante a Cúpula do G20, em 2024, no Rio de Janeiro. A matéria destaca o lançamento de uma campanha global por ações climáticas mais contundentes, liderada por representantes indígenas que reivindicam o reconhecimento de seus territórios e saberes como fundamentais no enfrentamento da crise climática.

O texto evidencia o protagonismo político dos povos indígenas no cenário internacional, com destaque para a atuação de lideranças como Dinaman Tuxá, que articulam a defesa dos territórios à agenda climática global. A mobilização propõe medidas como o fim da dependência de combustíveis fósseis, o financiamento direto a povos indígenas e o reconhecimento de sua autoridade na formulação de soluções ambientais, reforçando a interdependência entre a proteção dos biomas e o equilíbrio climático do planeta.

Este material foi utilizado como referência para o box “Liderança indígena na crise climática global” no livro Saberes Indígenas na Escola – Oeste da Bahia (UFBA, 2026), contribuindo para a compreensão da atuação indígena como força central na construção de respostas globais à crise climática, baseada em conhecimentos ancestrais e resistência política.

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Referência

APIB (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil). Povos indígenas lançam mobilização por ações climáticas decisivas durante Cúpula do G20. APIB, 16 nov. 2024. Disponível em: <https://apiboficial.org/2024/11/16/povos-indigenas-lancam-mobilizacao-po.... Acesso em: 10 jan. 2026.

 

Entrevista publicada pelo Centro Paulista de Estudos da Transição Energética (CPTEn/Unicamp) com o engenheiro indígena Arlindo Baré, que discute o Projeto Sollar Rio Negro e os desafios da transição energética em territórios indígenas. O material aborda a implementação de sistemas de energia solar a partir de uma perspectiva que valoriza o protagonismo indígena e o diálogo entre conhecimentos tradicionais e tecnologias contemporâneas.

A entrevista enfatiza que a transição energética não deve impor modelos externos às comunidades, mas ser construída com participação ativa dos povos, respeitando seus modos de vida e suas formas próprias de conhecimento. O projeto destaca a formação de técnicos indígenas e a busca por autonomia energética como estratégias centrais para evitar novas formas de dependência e promover justiça socioambiental.

Este material foi utilizado como referência para o box “Energia solar e autonomia nos territórios” no livro Saberes Indígenas na Escola – Oeste da Bahia (UFBA, 2026), contribuindo para a reflexão sobre a construção de soluções sustentáveis a partir da articulação entre saberes ancestrais e inovação tecnológica.

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Referência

LAZARO, Lira Luz Benites. Fala, Pesquisador: transição energética, conhecimento ancestral e justiça. Entrevista com Arlindo Baré. CPTEn/Unicamp, [S.l.], [2025?]. Disponível em: <https://cpten.unicamp.br/fala-pesquisador-transicao-energetica-conhecime.... Acesso em: 10 jan. 2026.

 

Reportagem publicada pelo portal TechTudo, em parceria com Um Só Planeta (2025), que apresenta o Projeto Sollar Rio Negro, iniciativa voltada à implementação de energia solar em comunidades indígenas da Amazônia. O projeto, idealizado com protagonismo indígena e em parceria com a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), propõe soluções de geração de energia baseadas no fortalecimento da autonomia comunitária.

A matéria destaca a atuação do engenheiro indígena Arlindo Baré, enfatizando o diálogo entre conhecimentos tradicionais e tecnologias contemporâneas. O projeto vai além da instalação de equipamentos, ao capacitar moradores das próprias comunidades para a manutenção dos sistemas, promovendo autonomia técnica, energética e social. Ao valorizar o conhecimento local e respeitar os modos de vida indígenas, a iniciativa se apresenta como um exemplo de transição energética justa e sustentável.

Este material foi utilizado como referência para o box “Energia solar e autonomia nos territórios” no livro Saberes Indígenas na Escola – Oeste da Bahia (UFBA, 2026), contribuindo para a reflexão sobre como diferentes saberes podem se articular na construção de soluções que fortalecem a autonomia, a cultura e o futuro das comunidades indígenas.

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Referência

AGOSTINHO, Carina. Programa da Unicamp apresentado na COP30 leva energia solar para comunidades indígenas. TechTudo / Um Só Planeta, 9 dez. 2025. Disponível em: <https://www.techtudo.com.br/noticias/2025/12/programa-da-unicamp-apresen.... Acesso em: 10 jan. 2026.

 

Reportagem especial publicada pelo portal Amazônia Real (2023) que investiga os impactos do garimpo ilegal no Rio Madeira, na Amazônia. A matéria analisa como a atividade de extração de ouro contamina os rios com mercúrio, compromete a biodiversidade e afeta diretamente a segurança alimentar e os modos de vida de comunidades indígenas e ribeirinhas.

O conteúdo evidencia a relação de interdependência entre o equilíbrio ambiental dos rios e a sobrevivência das populações que deles dependem, mostrando como a degradação ambiental em uma região impacta toda a cadeia ecológica e social. A reportagem também destaca a atuação de lideranças indígenas na defesa do território e dos rios, reforçando a resistência frente às pressões econômicas e aos impactos do chamado “progresso”.

Este material foi utilizado como referência para o box “A fome pelo ouro” no livro Saberes Indígenas na Escola – Oeste da Bahia (UFBA, 2026), contribuindo para a reflexão sobre os conflitos entre exploração predatória dos recursos naturais e a preservação das condições de vida, cultura e saúde dos povos indígenas.

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Referência

COSTA, Francisco; KELLY, Bruno. A fome pelo ouro do rio Madeira. Amazônia Real, 3 jun. 2023. Disponível em: <https://amazoniareal.com.br/especiais/ouro-rio-madeira/>. Acesso em: 10 jan. 2026.

 

Caderno pedagógico publicado pelo Museu das Culturas Indígenas (2025), voltado à valorização das brincadeiras indígenas como práticas educativas, culturais e espirituais. O material reúne jogos, atividades lúdicas e narrativas de diferentes povos, abordando práticas como arco e flecha, jogo da onça (adugo), corrida de tora e diversas formas de expressão oral, como parlendas.

O conteúdo evidencia que as brincadeiras indígenas constituem uma forma de transmissão de conhecimentos, valores e modos de vida, articulando corpo, memória, território e espiritualidade. Ao apresentar essas práticas como experiências de aprendizagem integral, o caderno mostra que o brincar é também um meio de fortalecer vínculos comunitários, preservar saberes ancestrais e sustentar a identidade cultural.

Este material foi utilizado como referência para o box “Brincadeiras indígenas” no livro Saberes Indígenas na Escola – Oeste da Bahia (UFBA, 2026), contribuindo para a compreensão das práticas lúdicas como tecnologias de memória e formas de ensino que integram conhecimento, alegria e espiritualidade.

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Referência

MUSEU DAS CULTURAS INDÍGENAS. Do museu à escola, tecendo diálogos: brincadeiras indígenas. São Paulo: ACM Portinari, 2025. 54 p. Disponível em: <https://museudasculturasindigenas.org.br/wp-content/uploads/2025/10/CADE.... Acesso em: 10 jan. 2026.