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Reportagem publicada pelo Projeto SETA (2025) que aborda o significado dos grafismos indígenas como formas de expressão cultural, identidade e resistência. A matéria destaca a fala de Rosimere Arapaço, liderança indígena e integrante da Rede de Mulheres Indígenas do Amazonas (Makira-E'ta), que explica como os grafismos vão além da estética, constituindo uma linguagem visual que expressa pertencimento, organiza a vida social e transmite conhecimentos entre gerações.

O texto também evidencia o caráter político e histórico dessas práticas, marcadas por tentativas de apagamento cultural ao longo do tempo, e sua reafirmação contemporânea como símbolo de autonomia, resistência e valorização das culturas indígenas frente ao racismo estrutural.

Este material foi utilizado como referência para o box “Grafismo: escrita viva, memória e resistência” no livro Saberes Indígenas na Escola – Oeste da Bahia (UFBA, 2026), contribuindo para a compreensão dos grafismos como sistemas complexos de conhecimento, arte e identidade.

PDF da página original salvo em 16 maio 2026, com a finalidade de preservação digital e garantia de acesso contínuo por meio do repositório Intercultural da UFBA.

Referência

SETA (Socioambientalismo, Território e Autonomia). Identidade ancestral e resistência: saiba mais sobre os grafismos indígenas. Projeto SETA – Notícias, 10 set. 2025. Disponível em: <https://projetoseta.org.br/noticia/identidade-ancestral-e-resistencia-sa.... Acesso em: 6 jan. 2026.

 

Página institucional da Articulação Nacional das Mulheres Guerreiras da Ancestralidade (ANMIGA), organização que reúne mulheres indígenas de diferentes povos e biomas do Brasil. O site apresenta a história, os princípios e a atuação da articulação, destacando o protagonismo feminino indígena na defesa dos territórios, dos saberes ancestrais, dos direitos coletivos e da vida.

A ANMIGA se afirma como uma rede de fortalecimento político, cultural e espiritual, ampliando a visibilidade das mulheres indígenas nos espaços de decisão e nas lutas contemporâneas. A página também se articula com iniciativas educativas, como o jogo “Quem é ela? Conheça as guerreiras da ancestralidade”, que valoriza trajetórias de lideranças femininas indígenas de forma lúdica e pedagógica.

Este material foi utilizado como referência para o box “Mulheres indígenas em luta” no livro Saberes Indígenas na Escola – Oeste da Bahia (UFBA, 2026), contribuindo para evidenciar a continuidade e a força do protagonismo feminino indígena em escala nacional.

PDF da página original salvo em 16 maio 2026, com o objetivo de preservação digital e garantia de acesso contínuo por meio do repositório Intercultural da UFBA.

Referência

ANMIGA (Articulação Nacional das Mulheres Guerreiras da Ancestralidade). Quem somos. Disponível em: <https://anmiga.org/quem-somos/>. Acesso em: 6 jan. 2026.

 

Notícia publicada pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM) em 2025 sobre o lançamento do minidocumentário O Chamado do Cacique: herança, terra e futuro. A produção acompanha o encontro de lideranças indígenas convocadas pelo Cacique Raoni Metuktire, destacando sua trajetória histórica e o diálogo entre gerações na continuidade da luta pelos direitos territoriais, culturais e ambientais.

O filme evidencia a centralidade da liderança indígena como prática coletiva e dinâmica, mostrando como novas gerações — incluindo mulheres indígenas — assumem e reinventam esse papel, mantendo viva a conexão com os saberes ancestrais enquanto enfrentam desafios contemporâneos.

Este material foi utilizado como referência para o box “De Raoni às novas gerações” no livro Saberes Indígenas na Escola – Oeste da Bahia (UFBA, 2026), contribuindo para a reflexão sobre a liderança indígena como um legado vivo, continuamente atualizado e fortalecido no coletivo.

PDF da página original salvo em 16 maio 2026, com a finalidade de preservação digital e garantia de acesso contínuo por meio do repositório Intercultural da UFBA.

Referências:

IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia). Documentário “O Chamado do Cacique: herança, terra e futuro” será lançado no YouTube. IPAM – Notícias, 19 fev. 2025. Disponível em: <https://ipam.org.br/chamado_do_cacique/>. Acesso em: 6 jan. 2026.

 

Artigo publicado no portal Debates Indígenas (2025) que analisa o fenômeno do deslocamento forçado de povos indígenas no continente americano, destacando suas causas estruturais — como o racismo histórico, a expansão de grandes empreendimentos e a insuficiência de proteção estatal — e suas consequências para os modos de vida, a organização social e a continuidade cultural dessas comunidades. O texto também discute o papel do Sistema Interamericano de Direitos Humanos, especialmente da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), como instrumento de denúncia, proteção e garantia de direitos diante dessas violações.

Este material foi utilizado como referência para o box “O deslocamento como violência e resistência” no livro Saberes Indígenas na Escola – Oeste da Bahia (UFBA, 2026), contribuindo para contextualizar, em dimensão continental, as experiências de deslocamento vividas por povos como Tuxá, Kiriri e Atikum, bem como suas estratégias de resistência e reconstrução territorial e cultural.

PDF da página original salvo em 16 maio 2026, com o objetivo de preservação digital e garantia de acesso contínuo por meio do repositório Intercultural da UFBA.

Referência:

DEBATES INDÍGENAS. Deslocamento forçado de povos indígenas: o papel do Sistema Interamericano de Direitos Humanos. Debates Indígenas, 1 ago. 2025. Disponível em: <https://debatesindigenas.org/pt/2025/08/01/deslocamento-forcado-de-povos.... Acesso em: 6 jan. 2026.

 

Documentário produzido pelo Jornalismo da TV Cultura (2021), dirigido por Leão Serva, que aborda os impactos sociais, ambientais e culturais decorrentes da construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu. A obra evidencia o deslocamento de comunidades ribeirinhas e indígenas, as transformações nos modos de vida tradicionais e os danos à biodiversidade amazônica, trazendo depoimentos de moradores e lideranças diretamente afetadas pelo empreendimento.

Este material foi utilizado como referência para o box “O preço do ‘progresso’” no livro Saberes Indígenas na Escola – Oeste da Bahia (UFBA, 2026), contribuindo para a reflexão crítica sobre os efeitos de grandes projetos de desenvolvimento nos territórios indígenas e tradicionais, bem como sobre as contínuas lutas por terra, água e autonomia.

PDF da página original salvo em 16 maio 2026, com a finalidade de preservação digital e garantia de acesso futuro no repositório Intercultural da UFBA.

Referência: 

BELO MONTE: usina de problemas. Produção do Jornalismo da TV Cultura. Direção de Leão Serva. São Paulo: TV Cultura, 1 maio 2021. 1 documentário (50 min.). Disponível em: <https://culturaplay.tvcultura.com.br/embeds/18553-documentario-belo-mont.... Acesso em: 6 jan. 2026.

 

Reportagem publicada no portal Rede Globo (2024) sobre o especial Falas da Terra, que apresenta experimentos sociais e propõe uma imersão na diversidade cultural dos povos indígenas no Brasil. O conteúdo destaca a participação de lideranças e pensadores indígenas, como Zahy Tentehar, Daniel Munduruku, Ailton Krenak e Uýra Sodoma, evidenciando a importância das narrativas indígenas contemporâneas na valorização cultural e no enfrentamento de estereótipos históricos.

Esta reportagem foi utilizada como referência para o box “As vozes que tecem o mundo” no livro Saberes Indígenas na Escola – Oeste da Bahia (UFBA, 2026), contribuindo para a reflexão sobre a centralidade das narrativas indígenas como práticas de resistência, reexistência e construção de futuros.

PDF da página original salvo em 16 maio 2026, para fins de preservação digital e acesso contínuo por meio do repositório Intercultural da UFBA.

GLOBO. Falas da Terra traz experimentos sociais e propõe um mergulho na cultura dos povos originários. Rede Globo – Novidades, Rio de Janeiro, 10 abr. 2024. Disponível em: <https://redeglobo.globo.com/novidades/noticia/falas-da-terra-traz-experi.... Acesso em: 6 jan. 2026.