Reportagem publicada pelo Projeto SETA (2025) que aborda o significado dos grafismos indígenas como formas de expressão cultural, identidade e resistência. A matéria destaca a fala de Rosimere Arapaço, liderança indígena e integrante da Rede de Mulheres Indígenas do Amazonas (Makira-E'ta), que explica como os grafismos vão além da estética, constituindo uma linguagem visual que expressa pertencimento, organiza a vida social e transmite conhecimentos entre gerações.
O texto também evidencia o caráter político e histórico dessas práticas, marcadas por tentativas de apagamento cultural ao longo do tempo, e sua reafirmação contemporânea como símbolo de autonomia, resistência e valorização das culturas indígenas frente ao racismo estrutural.
Este material foi utilizado como referência para o box “Grafismo: escrita viva, memória e resistência” no livro Saberes Indígenas na Escola – Oeste da Bahia (UFBA, 2026), contribuindo para a compreensão dos grafismos como sistemas complexos de conhecimento, arte e identidade.
PDF da página original salvo em 16 maio 2026, com a finalidade de preservação digital e garantia de acesso contínuo por meio do repositório Intercultural da UFBA.
Referência